sexta-feira, 28 de junho de 2013

Desabafos

Entediado, meio fodido, sem esperança,
pensando em virar assaltante me suicidar na frente da PT da PM
ou que algum segurança porco de caixa eletrônico me espanque me coloque no xadrez
pra eu morrer de infecção ou qualquer doença por la mesmo
ou talvez morrer na fuga com um tiro nas costas do segurança do mercado...

....

você pode ta no fundo do poço não tiro seus méritos,
eu fui mais longe e acabei tropeçando no abismo...


....

a verdade da vida é que as vezes doí, as vezes doí de mais; as vezes doí ate as lagrimas não descreverem dor alguma...

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Todavia

Porem continuo nutrindo
por você as borboletas no estomago
e os passarinhos em minha cabeça
Aperto o no na garganta
e apareço sempre n'uma
armadura mal montada.

O que espero afinal?...

Pelo sinal, o momento do passo,
e, isso
sem esperança alguma
crente no meu fracasso,
deixando crescer a revolta
contra mim...

Desfalecido tendo só meu
colo e espaldar.

BY:. Paulo Henrique Batista dos Reis.
Sou inspecionado por mim,
a procura do signo que demostre,
dentro do mais amplo conceito
Meu gênero na arvore genealógica do amor...
Seria como cão abandonado,
Mobiliá velha empoeirada,
Livros nunca lidos,
Viúvas na janela e
um suicídio diário
com um beijo e afago da dor.

By:. Paulo Henrique Batista dos Reis

O que ignoro

Ignoro as imagens toscas
o teatro sombrio e a encenação jocosa.
Nos galhos de uma roseira
penduro meu coração
bem próximo aos espinhos,
Ignoro meu sadismo
do grito silencioso
que canto no bosque escuro
pra celebrar as lagrimas escondidas...
Finjo que ignoro e ignoro que finjo
e divago sobre isso ou aquilo
Tento interpela e indago na memoria
sob aqueles poucos sentidos,
Ai me sufoco em idealismos....
Sera?!... Penso e dai
vem o maldito medo
de alguma forma te perder.

By:. Paulo Henrique Batista dos Reis

Te Desejo

Te quero, lhe ambiciono,
me remoo ao ver-te,
me descabelo se esta longe,
penso e penso em ti,
e espero que você saiba
e se não sabes me enlouquece.

É meu delírio e meu veneno,
É minha taça transbordando Dioniso,
É minha morte e renascimento,
É não sei mais o que e
algo á mais, um pouco de tudo... Te desejo.

by:. Paulo Henrique Batista dos Reis.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Despertar

Ventos forjados no olimpo alem do zênite,
 caminhos de contemplação.
Da abobada celeste vejo o orbe
pendendo no vácuo
se equilibrando em sua orbita,
recebendo o clarão de Hellios.
cheio de pequeninos
que vem e que irão
do originário a Plutão.
este observam o movimento e se indagam sobre o devir.
Condenados a existência vão á
busca do logos e do nous.

Paulo Henrique Batista dos Reis.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

O amanha

A de chegar o outro dia
finalmente poder acordar e descansar
de tantas fadigas, pedras e forcas..
A maldita Roda da Fortuna a rodar
distendendo o meu destino numa tortura sem fim.
qual sera meu fim? onde sera meu começo?
A de chegar o outro dia depois do de agora,
sempre a esperança do amanha
e um travesseiro úmido
e o sufocado esperando.

By:. Paulo Henrique Batista dos Reis

terça-feira, 7 de maio de 2013

Elegias (em processo criativo)

Não sei mais o canto
emito ruídos, tipo ulular de cadela.
Ja vi o meu presunto
consciente em que me encontro vivo.
E no meu peito a pulsar
E na minha boca o amarga.

By:. Paulo Henrique Batista dos Reis

Continuando nesse arrastar continuo
levo minha carcaça na via dolorosa.
Escrever cartas e poemas pra quem?
o futuro parece um vislumbre vão
quem quereria ouvir uma cadela ululante?

By:. Paulo Henrique Batista dos Reis
Escrevo e ignoro
Digo não sei o que de mim
no meu verso imagem.
Um click rima
Imprimo a alegoria
N'um poema que ignoro.

By:. Paulo Henrique Batista dos Reis

Parole

Vivifico o que digo,
Gloria a mim
meus louros verdes.
Jogo no orco abismo
antigos erros.
Palmas para mim
vivifico o que digo.

By:. Paulo Henrique Batista dos Reis.

Esvaindo

Apartado do universo
Não mais existe
A matéria se elevando para baixo...
O sopro cessa...
Agora pálido e retesado.
Ser, terá outra existência?
Outro sopro e morada?

By:. Paulo Henrique Batista dos Reis.

terça-feira, 2 de abril de 2013

O Mundo em Branco

Tudo é movimento
O tempo estende suas asas sobre nos
Vemos objetos iluminados
por luzes artificiais
Aprendemos a nos ignorar
Nos perdermos durante árduo caminhar.

Os cegos andam com lampião aceso ao meio-dia
A realidade é sensibilidade térmica
Os cegos sentem o sol mas não a lua,
As noites as vezes são demasiado quente para suportarmos.

By.. Paulo Henrique Batista dos Reis

sexta-feira, 15 de março de 2013

O Encanto

Já ouvi do vulgo
mais de mil historietas
sobre seres fantásticos
habitantes primários
do eterno pais do futuro
mas só os primus habitantes
que como única raça e vario povo
que cantam ate nos tempos modernos
as lendas de tuas travessuras
viram tua face
encantadora e cruel
de Curupira.

By.. Paulo Henrique Batista dos Reis.

domingo, 10 de março de 2013

Capitães da areia

Indo Pra esteira da vida
esquecido em algum IML
Mais um garoto qualquer
ignorado pelo sistema
Morreu fazendo o que o sistema dava escolha
A desgraça da vida 
o atingiu em cheio 
o sistema matou mais um bandido
Malandro pode crê
vai ter gente com saudade
A realidade é essa 
o sistema mata 
de ladrão de galinha a vendedor de crack 
Mas o gambe, o empresario e o politico cínico
o sistema deixa impune
que feneça o povo.

Paulo Henrique Batista dos Reis.   
A paz tá morta, desfigurada no IML, (pra,pra,prum)
A marcha fúnebre prossegue.

Facção CentralA marcha fúnebre prossegue.

Peregrino

Guio o verso meu
que me guia
Mas na terra folha em
branco desta vida
traço os rumos
em que vão meus pés.

Juntos eu e você
Somos uno e separados
peregrinos
Prosseguimos por via larga e estreita
nela a luto e jubilo.

Vamos a gloria e a queda
e reerguer para nova vitoria
Avancemos altivos e serenos
entre espinhos e cheiro de rosas
O odor que exala nossas conquistas.


Paulo Henrique Batista Dos Reis

Pedido de Fusão

Queria mergulhar
em tua alma translucida
e me olvidar
enquanto navego
em seu ser
na matéria heteria me misturar
e ter ao menos a dadiva de ser uma partícula
de quem tanto amo.


Queria em teu
intelecto repousar
o meu
Descansar  no colo
de teu  ideal
Flutuando na digressão
especulativa do amor meu
Desperta em tua Mind
impregnada de mim.

Quero mais que teu cheiro
quero que fio a fio
cada glóbulo vermelho
seja também parte de mim
e eu peça de teu corpo.

Paulo Henrique Batista Dos Reis.

Espíritos Livres

Seguem para alem
desta linha ténue.
Vossa ambição mais adiante do que imaginam,
O horizonte não tem mistérios que não busca,
Fizeste dos monstros marinhos
bichinhos adestrados.


Submerge em águas escuras
desbrava as profundezas
converte para águas translucidas
Logo inflado,
cheio
emergir e desafiar o destino.


Adiante e para traz
todas as coordenadas
moveis seu espirito,
Livre da gravidade.

Paulo Henrique Batista Dos Reis.