quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Verso meus
São seus
Oferenda que oferto
no papiro
Altar onde me inflamo.

Meu cranio inclinado verte
palavras pousam
manifestam o oculto.

São seus
aceita-os sem os adorar
São cânticos
que não glorificam,
não anatematizam,
não matam e nem martirizam.

Aceita-os sem os adorar
do meu cranio
ao seu.

By:. Paulo H. B.R

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

In *Tem*São*

Dentro de mim
Universo
Sou caravela in
me desbravando nebulosas...

Muitos desejos
costelam vários objetivos
com amor e caos cheio
Dentro de mim a intenção.

Entre me e eu
A objetos errando sem destinos
Vaidade de estrelas
Meu olhar as vezes triste,
Outros corpos errando no espaço comigo.

E os astros errantes comigo
incertos de suas intenções
Tem os que comigo completam o zodíaco
Estrelas cadentes que passam
Nenhum se estende ainda
em seu universo inteiro.

By: Paulo Henrique Batista dos Reis.
Faz Muito tempo, chegou
O abismo profundo;
sondei suas bordas
então tomei coragem e,
desci seus despenhadeiros,
e descobri ali dentro
um rio
com corpo
de
serpente.

by: Paulo Henrique B dos Reis.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Meu belo sol
Tanto faz por onde erre no céu
do meu canto
Seu movimento é diferente
desse arco nascente e poente
Ninguém o encara de frente
Magno vence sua luz distancias
Seu corpo gigante distante me aquece
Tanto faz por onde erre no céu.

By:. Paulo Henrique B. dos Reis

Fênix Ipê : Religião Interna

Rito:
Queimar folhas velhas
com velhos  versos
E arrastar para a chuva
o passado incinerando.
Deixe renovar...
Do cranio de mirra
eclodira uma plêiade
de versos novos.

By:. Paulo H. Batista dos Reis