Rastro de pombo
Rastro de lesma
Rastro de vaca
então é bosta...
É feito por gente
cê entende
idiota
Babaca infeliz
Tucano, é tucano
Ladrão
FHC, PT, P do que?
Vai se fuder
filha da puta
Rastro de bosta
É feito por gente
cê entende
Idiota.
By: Paulo Henrique Batista dos Reis.
Disseste ou escreveste milhões ou muitos milhares de palavras. E deve haver nessa nebulosa uma estrela que seja a tua. Não a saberás nunca.Ferreira Virgilio
terça-feira, 25 de março de 2014
A Marcha da Gangue
Somos filhotes de ratos
Tu vê uns
Nos somos vários
Não tem como eliminar
Nos atacamos seu lixo
estamos em seus bueiros
Aproveitando da sua sujeira
nos somos a peste
Estamos ai
nem tente eliminar
Nos só faz multiplicar.
By: Paulo Henrique Batista dos Reis.
Tu vê uns
Nos somos vários
Não tem como eliminar
Nos atacamos seu lixo
estamos em seus bueiros
Aproveitando da sua sujeira
nos somos a peste
Estamos ai
nem tente eliminar
Nos só faz multiplicar.
By: Paulo Henrique Batista dos Reis.
sexta-feira, 21 de março de 2014
Versando
I
Meu mundo não gira
mas em sua orbita,
O céu não se move,
Os rios não correm,
As mares não se agitam
Desde que partiu de mim Dioniso.
II
Avia a serpente escapado
das garras do gavião feroz,
No ar se debateu ate chegar ao chão.
Tera a víbora sucumbido
a queda dos céus?
Ou como deja-vu do edden esquecido...
ira nos seduzir a provar o proibido?
III
Estava dia 2 de fevereiro
As margem do oceano
Esperando o canto da sereia.
IV
Febo es divino
Ilumina com raios doirados
O corpo de meu amor,
Que é pura volúpia pagã
Sob o céu em que move seu astro
Nos integramos num êxtase libertino.
V
Gaia; de todos mãe
nos alimenta e é morada
Natura Géia
Mata-nos a cede em seus mananciais
Gea, magna matriarca
Ge em seu corpo jaz o meu
em mausoléu talhado no teu peito.
VI
Anjo que seduz
em corpo luzidio
Queria eu devolver a planta de teus pés
o caminho de diamantes
Queria ouvir teu coral celestial
Mas com um Te deum feito em teu nome
Anjo de luz.
By: Paulo Henrique Batista dos reis
Meu mundo não gira
mas em sua orbita,
O céu não se move,
Os rios não correm,
As mares não se agitam
Desde que partiu de mim Dioniso.
II
Avia a serpente escapado
das garras do gavião feroz,
No ar se debateu ate chegar ao chão.
Tera a víbora sucumbido
a queda dos céus?
Ou como deja-vu do edden esquecido...
ira nos seduzir a provar o proibido?
III
Estava dia 2 de fevereiro
As margem do oceano
Esperando o canto da sereia.
IV
Febo es divino
Ilumina com raios doirados
O corpo de meu amor,
Que é pura volúpia pagã
Sob o céu em que move seu astro
Nos integramos num êxtase libertino.
V
Gaia; de todos mãe
nos alimenta e é morada
Natura Géia
Mata-nos a cede em seus mananciais
Gea, magna matriarca
Ge em seu corpo jaz o meu
em mausoléu talhado no teu peito.
VI
Anjo que seduz
em corpo luzidio
Queria eu devolver a planta de teus pés
o caminho de diamantes
Queria ouvir teu coral celestial
Mas com um Te deum feito em teu nome
Anjo de luz.
By: Paulo Henrique Batista dos reis
Feitiço
Fiz no altar o rito
usei de sacrifício
deixei fluir do peito
ate não mais chorar,
E com violência
cravei a paixão no seu peito
E morri de amor.
By: Paulo Henrique Batista dos reis
usei de sacrifício
deixei fluir do peito
ate não mais chorar,
E com violência
cravei a paixão no seu peito
E morri de amor.
By: Paulo Henrique Batista dos reis
Sou o silencio
circulando em suas
artérias e vias.
Sou como as arvores
que arborizam suas fachadas
So que caminho,
Sinto que tenho que pensar Goiânia
Eu pulso em ti
em silencio...
Eu em você pode ser cantado
Eu beijando seu flamboyamt
Cheirando a pequi uai!
Eu sentado
cigarro aceso
Livro aberto no colo
em suas praças e parques
sentido a brisa,
Assim te faço canção.
By: Paulo Henrique Batista dos reis
circulando em suas
artérias e vias.
Sou como as arvores
que arborizam suas fachadas
So que caminho,
Sinto que tenho que pensar Goiânia
Eu pulso em ti
em silencio...
Eu em você pode ser cantado
Eu beijando seu flamboyamt
Cheirando a pequi uai!
Eu sentado
cigarro aceso
Livro aberto no colo
em suas praças e parques
sentido a brisa,
Assim te faço canção.
By: Paulo Henrique Batista dos reis
Manias de poeta
O poeta e seus sentidos
cheio de rimas
Abarrotando alegorias,
Quer o ritmo febril
de um virtuose
costurando algodão no tear.
Manobra sobre linhas
em alta performasse
Ora palrando,
Ora balbuciando,
Ora tagarelando
O poeta viciado
injetando ironia,
cheirando poesia
fumando versículos.
Quer o poente num
canteiro e um
quintal de lua
num idílio de carnaval.
Fosforece num bosque,
palavras escondidas em cogumelos
ou escorrendo na
relva que grassa e deita,
Ora palrando,
Ora cantando,
Ora dançando.
By: Paulo Henrique Batista dos reis
cheio de rimas
Abarrotando alegorias,
Quer o ritmo febril
de um virtuose
costurando algodão no tear.
Manobra sobre linhas
em alta performasse
Ora palrando,
Ora balbuciando,
Ora tagarelando
O poeta viciado
injetando ironia,
cheirando poesia
fumando versículos.
Quer o poente num
canteiro e um
quintal de lua
num idílio de carnaval.
Fosforece num bosque,
palavras escondidas em cogumelos
ou escorrendo na
relva que grassa e deita,
Ora palrando,
Ora cantando,
Ora dançando.
By: Paulo Henrique Batista dos reis
quarta-feira, 19 de março de 2014
O sem Disciplina
Não tive disciplina,
A minha educação
foi plena de soco, insulto e porrada.
Então bote o ponto final pra mim,
me jogue o mais longe que puder.
Não tive disciplina
Baby, me bata
Se eu cresci e,
aprendemos linguás diferentes,
você também não me compreende.
Então é pra botar
um fim,
Me quebre em vários pedaços,
Não vacile
me jogue o mais longe que puder
Rápido...
Se não vai me odiar mais ainda.
A minha Infância
foi plena de soco, insulto e porrada.
eu brincava escondido
Sou o rato no meio das ovelhas,
A boca podre
que apodrece sua comida,
Que vai roendo e reabrindo suas feridas...
Rato bom é morto ou fora de sua casa,
Coloque o ponto final,
É o que você diz
Tem que cortar logo,
Não é assim?
Chame os dedetizadores
Você suporta esta praga com o coração,
É hora do basta,
É hora da desforra
Ande e se apresse,
Se não você vai me odiar ainda mais.
Me jogue o mais longe que puder,
Meta força neste braço
Recolha o rato dentro da sacola,
me jogue longe
o mais que puder.
De o basta, o ponto um tiro,
um arsênico que seja...
Dai em diante
não me procurem
nem nos esgotos e sarjetas;
Nem nos condomínios e domicílios,
Se não vai me odiar ainda mais.
By: Paulo Henrique B. dos Reis
A minha educação
foi plena de soco, insulto e porrada.
Então bote o ponto final pra mim,
me jogue o mais longe que puder.
Não tive disciplina
Baby, me bata
Se eu cresci e,
aprendemos linguás diferentes,
você também não me compreende.
Então é pra botar
um fim,
Me quebre em vários pedaços,
Não vacile
me jogue o mais longe que puder
Rápido...
Se não vai me odiar mais ainda.
A minha Infância
foi plena de soco, insulto e porrada.
eu brincava escondido
Sou o rato no meio das ovelhas,
A boca podre
que apodrece sua comida,
Que vai roendo e reabrindo suas feridas...
Rato bom é morto ou fora de sua casa,
Coloque o ponto final,
É o que você diz
Tem que cortar logo,
Não é assim?
Chame os dedetizadores
Você suporta esta praga com o coração,
É hora do basta,
É hora da desforra
Ande e se apresse,
Se não você vai me odiar ainda mais.
Me jogue o mais longe que puder,
Meta força neste braço
Recolha o rato dentro da sacola,
me jogue longe
o mais que puder.
De o basta, o ponto um tiro,
um arsênico que seja...
Dai em diante
não me procurem
nem nos esgotos e sarjetas;
Nem nos condomínios e domicílios,
Se não vai me odiar ainda mais.
By: Paulo Henrique B. dos Reis
Oração a Inana
Virgem maculada
Santa estuprada
Por mil bordeis do céu,
Perdão pela
puta impura,
que se ajoelha
e beija mais um escroto.
Deusa vadia
Prostituta sagrada
Perdão a meretriz
que se deita
em qualquer lugar...
Luxuriosa diva
Amante de todos os deuses
Conceda a tua filha
proteção do pudor e ,
Torne seu estomago
forte como de um crocodilo.
By: Paulo Henrique B. dos Reis
Santa estuprada
Por mil bordeis do céu,
Perdão pela
puta impura,
que se ajoelha
e beija mais um escroto.
Deusa vadia
Prostituta sagrada
Perdão a meretriz
que se deita
em qualquer lugar...
Luxuriosa diva
Amante de todos os deuses
Conceda a tua filha
proteção do pudor e ,
Torne seu estomago
forte como de um crocodilo.
By: Paulo Henrique B. dos Reis
Para meus Antropófagos
Meu corpo é um ovo
E batem com colheres de ferro
quebram minha crosta,
Querem minha clara e minha gema,
Querem me temperar com sal e cebola
Não suportam meu forte sabor;
Por isso não me digeriram ainda
Não tem paladar
sutil para me
Compreender,
Não sabem separar a clara da gema
Mesmo assim
Me batem com as colheres de ferro
Abrem fendas na casca...
Pois bem, não terão
meus nutrientes
nem meu sabor
temperado com sal e cebola.
By: Paulo Henrique B. dos Reis
E batem com colheres de ferro
quebram minha crosta,
Querem minha clara e minha gema,
Querem me temperar com sal e cebola
Não suportam meu forte sabor;
Por isso não me digeriram ainda
Não tem paladar
sutil para me
Compreender,
Não sabem separar a clara da gema
Mesmo assim
Me batem com as colheres de ferro
Abrem fendas na casca...
Pois bem, não terão
meus nutrientes
nem meu sabor
temperado com sal e cebola.
By: Paulo Henrique B. dos Reis
Sangue Seco
Filho da puta acorda
Sente o cheiro da carniça
É a festa da forca
Acionaram a guilhotina
É hora de correr
viu o sangue escorrer?
Irão acender as fogueiras
Fujam com seus livros
Para não ser queimado
junto com eles.
Acorda filho da puta
Que a guerra não é santa
É a festa sufocante
guilhotinando sua língua
enterrando corpos
de cabeça para baixo
Viu o sangue escorrer?
By: Paulo Henrique B. dos Reis
Sente o cheiro da carniça
É a festa da forca
Acionaram a guilhotina
É hora de correr
viu o sangue escorrer?
Irão acender as fogueiras
Fujam com seus livros
Para não ser queimado
junto com eles.
Acorda filho da puta
Que a guerra não é santa
É a festa sufocante
guilhotinando sua língua
enterrando corpos
de cabeça para baixo
Viu o sangue escorrer?
By: Paulo Henrique B. dos Reis
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