sexta-feira, 21 de março de 2014

Manias de poeta

O poeta e seus sentidos
cheio de rimas
Abarrotando alegorias,
Quer o ritmo febril
de um virtuose
costurando algodão no tear.
Manobra  sobre linhas
em alta performasse
Ora palrando,
Ora balbuciando,
Ora tagarelando

O poeta viciado
injetando ironia,
cheirando poesia
fumando versículos.
Quer o poente num
canteiro e um
quintal  de lua
num idílio de carnaval.

Fosforece num bosque,
 palavras escondidas em cogumelos
ou escorrendo na
relva que grassa e deita,
Ora palrando,
Ora cantando,
Ora dançando.

By:  Paulo Henrique Batista dos reis

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