As vezes passo mal
esse mundo nauseabundo
com granadas humanas
colonias de napalm
detonando tudo...
Miséria de fogos de fim de ano
pipocando um carnaval,
A volta do sol num manicômio...
Acionados
Vivem explodindo e implodindo
Atômicos
seres atônitos
agitados
desperdiçando combustível das estrelas
Fico zonzo
Ébrio de realidade
com ressaca da crueldade
bombas na minha cabeça;
inumeráveis vitimas no tiroteio...
O pavio curto da existência
logo detonara nossa pólvora
E ficaremos como as bombas-relógios
nesse campo minado.
by: Paulo Henrique Batista dos Reis.
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